Artista plástico Claudio Cupertino expõe em Canoas

No dia 21 de junho, às 19 horas, o artista plástico Claudio Cupertino inaugura a exposição “Memórias” na Casa dos Rosa (Victor Barreto, 2.750), no centro de Canoas, para convidados. A mostra, que tem a curadoria de Cézar Prestes, irá integrar a Semana de Canoas, em comemoração aos 78 anos da cidade, e abre para o público no dia 22, das 9 às 18 horas, de terça a sexta-feira e das 14 às 18 horas aos sábados e domingos.

Cupertino, com sua obra de arte contemporânea, será o primeiro artista plástico fora de Canoas a expor na nova galeria de arte do espaço cultural, após sua reinauguração, no final de 2016. No dia seguinte, a exposição fica aberta ao público, com entrada gratuita.

Reconhecido internacionalmente, com obras já expostas no Louvre, em Paris, e na sede das Nações Unidas, em Nova York, o mineiro radicado no Rio Grande do Sul levará para a Casa dos Rosa trabalhos inéditos que remetem a lembranças da sua infância. Cupertino cresceu na pacata cidade de Viçosa (MG), mas mora no estado gaúcho desde 2006, depois de ter vivido em São Paulo.

No primeiro andar da Casa dos Rosa, dezenas de obras de Cupertino poderão ser visitadas gratuitamente até o dia 21 de agosto. Durante os dois meses de exposição, o artista irá realizar oficinas com estudantes secundaristas, de escolas municipais de Canoas, e universitários.

Cupertino também irá doar uma de suas obras para o acervo da Casa dos Rosa. “Tenho um carinho especial pela cidade e pela Casa dos Rosa, que, após a sua reinauguração, tornou-se um espaço muito atrativo para realização de exposições”, afirma Cupertino.

Trabalhando há cerca de dois meses nas obras inéditas que exporá na Casa dos Rosa, Cupertino começou a pintar aviões de papel com os quais brincava na infância, em Viçosa. Depois de prontos alguns afrescos, Cupertino lembrou que o meio de transporte aéreo é uma das marcas da cidade de Canoas, em razão de ser a sede da Base Aérea. “Foi uma coincidência incrível. Isso só faz com que a exposição tenha ainda mais valor sentimental.”