Marne (PTB) fala de sua pré-candidatura a deputado federal

SIMONE DUTRA*

Recebemos a visita, na redação do jornal Timoneiro, nesta quinta-feira, 10, do pré-candidato a deputado federal por Nova Santa Rita, Marne de Souza (PTB). O advogado, que já teve um mandato como vereador, falou à nossa reportagem sobre suas propostas e governos municipal e nacional.

Trajetória

Filho de político, ele relembrou os tempos pobres em que os panfletos eram feitos em casa, com a ajuda do irmão de 12 anos. Tempo depois, quando candidato pela primeira vez, jovem e sem experiência, surpreendeu ao ser o quinto vereador mais votado. Segundo ele, por sua postura, foi convidado a se candidatar a prefeito. “Naquela eleição, tive 30% dos votos, sem coligação com partidos expressivos.”, relatou. Agora, Marne foi convocado pelo PTB para ser candidato a deputado federal. Mas o seu grande sonho é ser prefeito de Nova Santa Rita, “e eu vou ser, pode ser na próxima eleição ou daqui a 50 anos, mas eu decidi isso. Vi minha mãe sendo destratada por precisar de morfina. Então, eu jurei que um dia seria político para mudar esta realidade”, contou.

Projetos

Se eleger-se como deputado federal, Marne destaca como projetos o tema da violência doméstica, com a alteração no código penal sobre o feminicídio, aumentando a pena nos crimes; O aumento dos requisitos para a função de Conselheiro Tutelar e a equiparação de salário destes servidores ao de um vereador; E a mudança para crime hediondo para os casos de corrupção.

Avaliação da administração municipal

Saúde – “Nós hoje não temos um posto 24hs que atenda à comunidade. Há apenas uma farmácia básica, pois não queriam gastar com farmacêutico. Ao passo que hoje há um amento expressivo de CCs com altos salários na Prefeitura. Isto me grita aos ouvidos”.
Educação – “Nós temos um governo que é formado de uma prefeita que é professora aposentada, era para ser um exemplo para o Brasil, pois são raros os professores que chegam à chefia do executivo, mas se formos olhar os índices do Ideb, baixou. Precisamos é de professores na escola, de estrutura e de merenda de qualidade” .
Segurança – “Sabemos que em questão macro estadual a segurança é deficitária. Mas está no artigo 134 da constituição que cabe ao município praticar políticas complementares de segurança pública, tais como guardas municipais”, relata.

Cenário nacional

“A minha visão é estarrecedora. Para mim, um político não tem que ser um técnico, ele é uma célula da sociedade que ascendeu para representá-la. Ele tem que ter um requisito básico, que é caráter”, conclui.