Pedro Ruas fala sobre sua atuação na Assembleia Legislativa

O deputado estadual Pedro Ruas (PSOL), que é pré-candidato à reeleição, visitou a redação do jornal Timoneiro na última terça-feira, 8, ao lado dos seus colegas canoenses do partido, Paulo Sérgio e Pablo Henrique. Durante a visita, Ruas conversou com nossa equipe de reportagem a respeito de seu mandato, quer fez questão de chamar de “nosso mandato”, frisando que a cadeira na Assembleia é do partido e de quem acredita nos seus ideais, e não apenas sua.

Ao falar sobre sua atuação como deputado, Ruas pontuou o compromisso com a população no que diz respeito a trabalhar para barrar intenções do governo do Estado que, na sua opinião, são mandos e desmandos e que acabam sendo aprovados pelos partidos da base sem maiores discussões. “Temos trabalhado muito para garantir que o povo tenha voz dentro da Assembleia Legislativa. Os deputados que lá estão precisam representar o povo e não os interesses do Executivo e dos grandes empresários”, disse o deputado.

Pedro Ruas é filiado ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Nas eleições de 2014, em 5 de outubro, foi eleito deputado estadual à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul na 54ª legislatura (2015 — 2019). Assumiu o cargo em 1º de fevereiro de 2015, mandato que expira em 1º de fevereiro de 2019. Foi vereador em Porto Alegre de 2012 a 2014, tendo sido o candidato a vereador mais votado na eleição municipal de 2012.

Panorama geral do Estado

Ao ser questionado sobre a situação de algumas das principais áreas que compõem a administração pública (saúde, educação e segurança, por exemplo), Ruas apontou que a precarização das três áreas tem um fator em comum. Segundo ele, é a má gestão dos recursos públicos que faz com que não se possa investir nestas áreas prioritárias o quanto deveria ser investido para que atendessem à população da melhor forma possível.

O deputado aponta ainda que as isenções fiscais dadas a grandes empresas são um dos pontos que causam mais danos aos cofres públicos. “E em quase todos os casos as isenções são justamente para quem já é milionário. Além disso, é um absurdo que o governo não cobre a dívida das empresas que devem para ele. A maior parte desta dívida é de empresas que já faliram, mas por que não cobrou antes?”, ponderou.