Prefeita de Nova Santa Rita fala sobre gestão e desafios

SIMONE DUTRA

A equipe do Timoneiro conversou com a prefeita de Nova Santa Rita, Margarete Simon Ferretti, sobre sua gestão e os desafios enfrentados durante os seis anos de mandato. A prefeita, que é graduada em Letras e foi vereadora por duas vezes, contou sua trajetória: “Tenho uma história aqui, ajudei na comissão emancipacionista, fui professora por 33 anos, me elegi vereadora, e presidente da Câmara, então eu venho com um conhecimento da comunidade”.

A prefeita relatou com entusiasmo os investimentos na área Educação. “Nós melhoramos o IDEB municipal. Através da Feira do Livro e do incentivo à pesquisa, nossos educandos fomentaram a curiosidade dos estudantes. Criamos a Rádio escolar e entregamos a escola de Educação Infantil Paulo Freire. Hoje, 70% das estudantes de escola pública tem prática em quadra coberta”, destaca.

A prefeita enfatiza a responsabilidade da mídia e a fé na honestidade de alguns políticos. “Este governo é ilegítimo. Precisamos de uma eleição imediatamente”, finaliza.

Destaques da gestão no município

Margarete destaca como principais pontos positivos de sua gestão a política de incentivo ao agricultor familiar, que é quem fornece os alimentos para a merenda escolar, gerando mais qualidade e renda às famílias. A promoção do Nota Premiada, que incentiva as pessoas a consumirem produtos do comércio local, aumentando a receita do município. A pavimentação de mais de quarenta ruas, treze delas próximas a escolas. A contratação emergencial do transporte público, que desde a emancipação da cidade não tinha licitação, e a entrega de ônibus novos para o próximo dia 16. Na Segurança Pública, a boa relação com a Brigada Militar, a instalação da central de câmeras de monitoramento, o novo prédio da Polícia Civil e a chegada de bombeiros em Nova Santa Rita.

Prêmio

O município recebeu o Prêmio Prefeito Empreendedor, que é um dos mais importantes do Estado. “Nós fizemos o primeiro posto de estratégia de saúde da família rural. Reformamos todos os postos e criamos o centro de especialidades. Tudo isto num momento onde temos um presidente da República que congelou por vinte anos o investimento na Saúde”, enfatiza Margarete.