Sinprocan completa 25 anos de trajetória

O Sindicato dos Professores Municipais de Canoas (Sinprocan) completa, no dia 23 de outubro, 25 anos de existência. Criada em 1993, a entidade que conquistou a confiança e reconhecimento dos canoenses prepara uma festa para comemorar sua trajetória de lutas.

De acordo com Júlio César Rodrigues, atual presidente da instituição, a festa de aniversário será realizada no dia 24 de novembro, na sede da ASMC, na Rua Nerci Pereira Flores, nº 179. Os ingressos para o Jantar Baile, que começará às 20 horas, já estão sendo vendidos na sede do Sinprocan, por R$ 50. Os interessados também podem entrar em contato pelo número: 3466 2026.

Legado

Com a responsabilidade de liderar o sindicato atualmente, Júlio César Rodrigues comenta, em entrevista ao jornal Timoneiro, que o mais importante é manter o legado deixado por colegas. “O sindicato cresceu muito graças à administração principalmente do Jari e dos colegas que estiveram desde o início e que fizeram com que o sindicato seja forte e reconhecido”. Rodrigues ainda destaca que seu foco será manter a confiança característica do sindicato. “Acompanhei essa história desde o início”, afirma a vice-presidente do Sinprocan, Simone Riet Goulart. Ela cita que a construção do Sinprocan foi uma caminhada longa e de muitas dificuldades, mas que teve uma trajetória de sucesso. “Hoje estou totalmente envolvida, e o retorno do trabalho compensa cada esforço”, completa.

Contexto

Questionado sobre o atual momento da Educação em Canoas, Júlio César Rodrigues afirma que ainda há muitas demandas sem resposta. “Estamos sentindo que as coisas andam no banho-maria na cidade”. Segundo ele, questões como o aumento real de salário, auxílio transporte, plano de carreira, entre outros, ainda não foram contemplados pela atual gestão. Júlio ainda cita que a mudança na secretaria de Educação, com a entrada de Neka Escobar, afastou a relação entre a Prefeitura e o Sindicato: “O José D´Ávila era mais ativo nas relações com professores e sindicato. Agora as coisas estacionaram um pouco, até pela mudança. A Neka tem outra forma de trabalhar”. Ainda assim, Júlio afirma que o diálogo é mantido entre as instituições.