Superintendente do Gamp avalia atuação em 2017

O ano de 2017 foi de altos e baixos para o Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública. Em Canoas desde dezembro de 2016, a organização tem a responsabilidade de gerir o Hospital Universitário (HU), o Hospital de Pronto Socorro (HPSC), além de duas UPAs e Centros de Atenção Psicossocial. Para avaliar tanto os momentos bons como os ruins, o superintendente regional do Gamp, Diego Bastos, visitou a redação do jornal Timoneiro, na sexta-feira, 22.

Transição

“Esse ano foi extremamente complexo, no sentido de fazer uma transição”, afirma Diego. Ele destaca que o Gamp assumiu ao mesmo tempo em que um novo governo entrou na cidade. “Há todo um fluxo administrativo que precisa ser coordenado”, afirma. Diego admite que o primeiro semestre de 2017 teve problemas, mas afirma o sentimento atual é de que a maior parte dos problemas foram resolvidos.

Finanças

De acordo com o superintendente, o HU e o HPSC dependem, em uma boa parcela, de repasses importantes do governo do Estado. “Hoje os hospitais contam com 60 % de recursos estaduais, 15 % federais e 25 % municipais”, afirma Diego.

Expectativas

Uma das missões da gestão, segundo Diego, é a valorização dos colaboradores. “A ideia é que a relação, que se deteriorou muito em 2017, seja consolidada”, diz o superintendente, que destaca a preocupação em honrar compromissos salariais e trabalhistas. “Acredito que 2018 será próspero para a saúde de Canoas”, concluiu Bastos.

Destaques

Diego destacou a reforma e recuperação do parque tecnológico do HU, que permitiu a reativação do Serviço de Saúde auditiva, parado desde 2015. Também é destaque, segundo o gestor, o serviço de hemodinâmica, que passou a funcionar 24 horas por dia. As cirurgias bariátricas, assim como procedimentos da ortopedia, de alta e média complexidade, triplicaram em 2017. A fila de espera de exames e consultas foram zeradas durante o ano.